FaixaPreta Software
Operação de rede multicliente, com contenção e rastro.
O NOS centraliza clientes, equipamentos, acesso remoto e mudanças em produção num painel único, por cliente. Na dúvida, o sistema fecha: permissão indefinida nunca vira acesso parcial — vira acesso nenhum.
Os problemas que hoje custam tempo — e às vezes um cliente.
Credenciais espalhadas e sem controle
Senha de roteador em planilha, cofre solto, papel — e nenhum registro de quem usou o quê.
No NOS a senha continua no cofre, é usada no ato da conexão e o uso fica em log.
Ferramentas fragmentadas
Winbox aqui, FileZilla ali, WHOIS manual pra ASN, port scan em outra ferramenta, ticket em sistema separado — e nenhuma visão consolidada por cliente.
Tudo num painel único, organizado por cliente: inventário de equipamentos e servidores alimentado a partir do cofre, sem cadastro manual paralelo; acesso remoto pelo navegador por VPN, SSH e FTP; consulta de ASN e BGP; tickets e varredura de segurança no mesmo lugar.
Mudança em produção sem rastro
Alguém alterou algo, a rede caiu, e não há registro de quem fez, o que mudou, com qual aprovação, nem como voltar ao estado anterior.
As mudanças propostas pelo agente seguem um fluxo com etapas e permissões separadas: propor, simular em dry-run, aprovar ou rejeitar, aplicar e reverter. Quem propõe não é quem aprova. O sistema tira snapshot da configuração antes de aplicar e registra cada evento na trilha de auditoria.
O que é o NOS
Um painel único pra operar a infraestrutura de todos os seus clientes.
O NOS organiza, por cliente, o cadastro, o inventário de equipamentos e servidores, o acesso remoto e o histórico de mudanças. O inventário é alimentado a partir do cofre corporativo (Bitwarden), que continua sendo a fonte única — mas essa leitura é estrutural: o NOS sabe que um equipamento tem senha de root cadastrada e em qual porta ele responde, não qual é a senha.
O segredo em si só é buscado no cofre no momento em que uma conexão autorizada é aberta — usado pra estabelecer o acesso, sem ser armazenado. Esse uso — quem, quando, em qual equipamento — fica registrado na trilha de auditoria: nada acontece sem deixar rastro.
Funcionalidades
Tudo que hoje está espalhado em ferramentas diferentes.
Cadastro de clientes
Base única de clientes, organizada por equipe, com todo o histórico de operação num só lugar.
Inventário de equipamentos e servidores
Topologia de acesso de cada equipamento — onde, em qual porta, por qual caminho — sem guardar credencial.
ASNs e prefixos BGP
Acompanhamento dos ASNs e prefixos anunciados por cliente.
Acesso remoto pelo navegador
VPN, terminal SSH e FTP direto do navegador, sem instalar cliente nenhum na máquina do analista.
Tickets
Atendimento organizado por cliente, com o mesmo controle de escopo do resto da plataforma.
Varredura de segurança
Varredura de portas por cliente, com relatório em PDF.
Assistente de IA
Um agente especialista por fabricante, com contexto do parque de equipamentos daquele cliente — propõe, não executa.
Change Request
Propor, simular, aprovar, aplicar e reverter — cada etapa com sua própria permissão.
RBAC por equipe
Papel define o que o usuário pode fazer; escopo define sobre quais clientes.
Trilha de auditoria
Todo evento relevante — acesso a credencial, comando executado, mudança aplicada — fica registrado.
Controle de acesso
Papel e escopo são duas camadas independentes — as duas precisam autorizar juntas.
Papel
O que o usuário pode fazer.
Escopo
Sobre quais clientes ele pode fazer.
Papel amplo com escopo vazio não dá acesso reduzido: dá acesso nenhum.
A separação existe porque as perguntas são de natureza diferente: "sabe operar um roteador?" é senioridade; "pode operar o roteador daquele cliente?" é contrato.
| Papel | O que faz |
|---|---|
| Administrador | Gestão da plataforma e auditoria completa. |
| Analista N3 | Nível técnico mais alto. Executa mudança em produção e é o único analista com visibilidade da trilha de auditoria. |
| Analista N2 | Opera o dia a dia técnico dentro do escopo da própria equipe. |
| Analista N1 | Opera o dia a dia técnico dentro do escopo da própria equipe. |
| Atendimento | Acesso restrito a tickets. |
| Freelance | Colaborador externo — acesso concedido item a item, nunca por equipe inteira. |
Prova de rigor: um colaborador Freelance sem concessão num recurso recebe "não encontrado", não "acesso negado" — porque responder que o acesso foi negado já confirmaria que o recurso existe, e isso é vazamento de inventário.
Fluxo de mudanças
O agente de IA propõe. Ele não executa.
Entre a proposta e o equipamento existem cinco etapas, cada uma com sua própria permissão — quem propõe nunca é quem aprova. Esse fluxo de aprovação vale para as alterações propostas pelo agente: é ele quem abre a requisição de mudança, e ela não chega ao equipamento sem passar por todas as etapas abaixo.
- 1
Propor
Via agente de IA (N1 a N3)
- 2
Simular (dry-run)
N1 a N3
- 3
Aprovar ou Rejeitar
Aprovar: Admin e N3 · Rejeitar: N1 a N3
Restrito - 4
Aplicar
Admin e N3
Restrito - 5
Reverter
Admin e N3
Restrito
Aprovar e aplicar são etapas distintas — há uma janela pra abortar entre uma e outra.
Simulação (dry-run) antes da execução.
Snapshot da configuração é tirado antes de aplicar.
Revalidação imediatamente antes de tocar no equipamento, abortando se o estado mudou.
Propostas expiram.
Reversão disponível.
Agentes especialistas por fabricante
Um agente por fabricante, cada um com seu próprio catálogo de comandos.
O agente conhece os equipamentos, fabricantes e comandos permitidos daquele cliente específico — não é um chat genérico. E, de novo: ele propõe, não aplica.
Não encontrou seu fabricante? Fale com a gente.
Os 4 pilares
"Na dúvida, o sistema fecha."
O NOS não se vende como mais poder pro NOC — se vende como operação com contenção e rastro. É esse princípio que orienta cada decisão de design da plataforma.
Falha fechada, sempre
Permissão indefinida é acesso nenhum; item ambíguo é item ignorado. O sistema nunca completa uma lacuna com uma suposição favorável.
Separação de poderes na execução
Propor, revisar e executar mudança em produção são atribuições distintas, com permissões distintas. Rejeitar é amplo porque é seguro; aplicar é restrito porque não é.
Segredos permanecem no cofre
A plataforma conhece a topologia do acesso — onde, em qual porta, por qual caminho — e usa a credencial no momento da conexão, sem armazená-la.
A interface não é a fronteira de segurança
Ela esconde o que o usuário não pode fazer, mas toda decisão de autorização é tomada no servidor.
Planos
A assinatura acompanha o tamanho do parque, não o tamanho do time.
O que define a faixa é quantos equipamentos você gerencia na plataforma. Analista não entra nessa conta: cadastre quantos precisar, distribuídos em quantas equipes fizerem sentido, sem mexer na contratação.
| Equipamentos gerenciados | Módulos inclusos |
|---|---|
| Até 10 equipamentos Faixa de entrada | Tickets e Varredura de segurança |
| Até 25 equipamentos | Tickets, Varredura de segurança e Assistente de IA |
| Até 50 equipamentos | Tickets, Varredura de segurança e Assistente de IA |
| Até 100 equipamentos | Tickets, Varredura de segurança e Assistente de IA |
| Até 250 equipamentos | Tickets, Varredura de segurança e Assistente de IA |
| Até 500 equipamentos | Tickets, Varredura de segurança e Assistente de IA |
| Ilimitado | Tickets, Varredura de segurança e Assistente de IA |
- Duas formas de contratação: mensal, para quem quer flexibilidade, ou anual, com desconto sobre o total do período.
- Cobrança única de implantação e treinamento no início do contrato, cobrindo configuração do ambiente, integração com o cofre de senhas e capacitação da equipe.
- Mudança de faixa conforme o parque cresce: quando precisar subir, é só falar com a gente.
Perguntas frequentes
O NOS guarda minhas senhas?
Não. O NOS não armazena credenciais em banco próprio. O cofre corporativo (Bitwarden) continua sendo a fonte única: o NOS consulta o segredo no momento da conexão, usa pra estabelecer o acesso e não o persiste. Esse uso fica registrado na trilha de auditoria.
A IA mexe sozinha no meu equipamento?
Não. O agente de IA propõe alterações de configuração — ele não as executa. Toda alteração que sai do agente vira uma proposta que passa por Simular → Aprovar → Aplicar, e aprovar/aplicar são restritos a Administrador e Analista N3: quem propõe nunca é quem aprova. O agente nunca escreve direto no equipamento.
Preciso abrir porta na minha rede?
Não é preciso expor equipamento pra internet. O NOS é instalado dentro da infraestrutura do próprio cliente, e o que ele precisa é alcançar os equipamentos a partir dali: ou os equipamentos liberam o acesso para o IP de origem do servidor do NOS, ou o alcance se dá por VPN. Em nenhum dos dois casos o equipamento precisa ficar aberto pra fora.
Consigo separar por equipe e turno?
Sim. O acesso é escopado por equipe — cada usuário enxerga só os clientes vinculados à própria equipe. Como equipes são livres pra organizar (por região, por turno, por tipo de cliente), dá pra estruturar o time do jeito que fizer sentido pra sua operação.
Como funciona a auditoria?
Todo evento de escrita relevante — acesso a credencial, comando executado, mudança proposta/aprovada/aplicada — fica registrado numa trilha imutável. Entre os analistas, só o N3 tem visibilidade dessa trilha; Administrador tem auditoria completa.
E se eu tiver colaborador externo?
Existe o papel Freelance, pensado exatamente pra isso: acesso concedido item a item, nunca por equipe inteira. Um freelance só enxerga o que foi explicitamente concedido a ele — o resto nem aparece como existente.
Pronto pra ver o NOS operando de verdade?
Sem promessa vaga. Uma demonstração no nosso ambiente em operação — clientes, equipamentos, equipe — pra você ver exatamente onde o NOS se encaixa.
Contato
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Conta um pouco da sua operação — quantos clientes, quantos equipamentos, quantas pessoas no time — e a gente volta com uma proposta e uma demo.
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